segunda-feira, 10 de setembro de 2007

A MALDIÇÃO DO BERÇO ESPLENDIDO


Mas afinal, conselheiros são para dar ou seguir conselhos? Onde estava a sua voz que não se fez ouvir nas decisões erradas?

Desculpe-me Fialkoski, mas somente boas intenções não bastam. Se pensarmos na história, a Centrus vem perdendo afiliados e sua identidade de fundação. Estariam, nestes sete anos, as suas bandeiras guardadas?

Os escribas e fariseus eram os que mais entendiam das leis e nem por isso o resultado tenha sido bom. Acredito, também, que deviam ser pessoas cheias de boa intenção.
Mas a vida requer um movimento vitalizante e as coisas uma contínua manutenção sob pena de advir na sua falta, a morte, a obsolescência ou o ostracismo.

Isto pode ser a maldição de nosso hino. Cada vez que cantam todo o povo dorme para que os erros continuem movidos pela inércia e ninguém para por freio.
Questões clamam ainda por resposta e a sensação que se tem é de um grande trabalho ainda por ser feito, um enorme trabalho acumulado em todos estes anos.

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